Imagine unir no mesmo espaço, em pleno 2025, alguns dos mais destacados artistas visuais catarinenses, personagens que eternizaram as peculiaridades da cultura regional para todo o Brasil e exterior. Ciente de que este reencontro é impossível neste plano, a Acap (Associação Catarinense dos Artistas Plásticos) decidiu reuni-los de forma simbólica em “Movências: Ressignificação dos Oito Fundadores da Acap: Eli Heil, Franklin Cascaes, Martinho de Haro, Max Moura, Ernesto Meyer Filho, Pedro Paulo Vecchietti, Rodrigo de Haro e Vera Sabino”, em que reconhece o legado dos saudosos talentos. A exposição estreia nesta quarta-feira (19), às 19h, no Museu Victor Meirelles, no Centro Histórico de Florianópolis.

A Acap reúne nesta coletiva 22 dos 47 associados da entidade, que está comemorando os seus 50 anos. Todos buscaram inspiração na trajetória de seus antecessores, lançando mão de diferentes materiais e técnicas. “Movências…”, além de reconhecer a importância das trajetórias dos oito fundadores, mantém viva a associação que eles idealizaram e criaram em 1975. Esta é a quinta exposição das seis planejadas para este ano. A entidade também acaba de lançar o livro “Memória, Legado e Resistência – 50 Anos da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos”, de autoria da jornalista Néri Pedroso, com a autora convidada, Francine Goudel. Para o presidente, Gelsyr Ruiz, esta exposição ganha contornos ainda mais especiais por mais uma vez levar seus associados para um espaço emblemático da capital catarinense, o Museu Victor Meirelles, prédio histórico que foi casa de um dos mais importantes pintores do país.
Veja abaixo, fotos de algumas obras que estarão expostas!

A Adversidade Educa o Redondo – David Ronce

Matizes da Criação – Lilia Lubia

Mil e uma maravilhas Deus criou nesta Ilha 3 – Almir Reis


